Copa São Paulo de Motocross anuncia calendário 2011

A abertura do Copa São Paulo de Motocross está confirmada para os dias 19 e 20 de março na cidade de Indaiatuba (cerca de 100 km de São Paulo). Para a temporada 2011 serão nove categorias, incluindo as novas CRF 50F, modalidade infantil para crianças com idade entre 5 e 8 anos com motocicletas de 50cc, e a Levorin CRF 230F.

A organização é do campeonato é da agência Extreme Racing Competições. Mais informações no site www.copaspmx.com.br. Confira o calendário e acompanhe os resultados da Copa São Paulo de Motocross no portal MOTO.com.br.



Provas
1ª etapa - 19 e 20 de março - Indaiatuba
2ª etapa - 14 e 15 de maio - Paulínia
3ª etapa - 18 e 19 de junho - Caçapava
4ª etapa - 16 e 17 de julho - Capivari
5ª etapa - 20 e 21 de agosto - Praia Grande
6ª etapa - 17 e 18 de setembro - Laranjal
7ª etapa - 22 e 23 de outubro - Indaiatuba

Fonte: Moto.com.br

XRE 300 se destaca no Rally dos Sertões 2010

A XRE 300, modelo on-off road voltado tanto para o uso nas cidades quanto para pisos não pavimentados, se destacou no Rally dos Sertões 2010, disputado entre os dias 10 e 20 de agosto. Pilotada por Dautim Cimetta, proprietário da concessionária Honda Motocar (Patos de Minas - MG), a motocicleta chegou em primeiro lugar na categoria Rally Brasil até 450cc, depois de enfrentar 4.486 quilômetros de muitas aventuras.

O excelente desempenho se deve, em parte, ao seu potente motor de 291,6 cm3, DOHC (Double Over Head Camshaft), monocilíndrico, quatro tempos, arrefecido a ar e com radiador de óleo, que, em combinação com a injeção eletrônica PGM-FI, possibilita respostas precisas ao comando do acelerador.


Seu design adventure chamou a atenção durante a competição. Com linhas agressivas e modernas, o modelo transmite sofisticação, imponência e, consequentemente, grande diferenciação na categoria. A XRE 300 usada neste evento estava com todos equipamentos de série, realçando assim suas formas perante as demais motocicletas.

A ergonomia é garantida pelo assento em dois níveis, que privilegia o conforto e oferece ótimo encaixe das pernas junto ao tanque. O guidão permite que o piloto mantenha os braços mais elevados, evitando a fadiga em longos percursos.

A suspensão traseira monoamortecida do tipo Pro-Link, com tensão de mola ajustável e exclusiva balança de alumínio (Aluminium Swing Arm), mantém o pneu sempre em contato com o solo e amplia a capacidade de tração em qualquer terreno. Já a dianteira, do tipo garfo telescópico de longo curso, assegura elevada capacidade de absorção de impactos, robustez e resistência a torções.

Em setembro de 2009, o modelo chegou às concessionárias Honda também na versão com freios C-ABS. O sistema reúne os benefícios do ABS (Anti-lock Brake System) e do CBS (Combined Brake System). Enquanto o primeiro evita o travamento das rodas em frenagens bruscas, facilitando o controle do veículo em situações de emergência e permitindo manter seu controle direcional, o segundo distribui a força de frenagem entre as rodas dianteira e traseira, aumentando a eficiência e evitando o mergulho da suspensão dianteira e a perda de aderência do pneu traseiro.

O modelo está disponível nas cores preta, vermelha e amarela metálica, ao preço público sugerido de R$ 12.890,00 para a versão Standard e de R$15.390,00 para a versão com freios C-ABS. Os valores têm como base o Estado de São Paulo e não incluem despesas com frete e seguro. O modelo tem um ano de garantia, sem limite de quilometragem.

Rally dos Sertões premia campeões

O Rally Internacional dos Sertões terminou no último dia 20 em Fortaleza (CE), mais precisamente no Beach Park. Foram cerca de 4.500 quilômetros percorridos em dez dias, entre Goiânia (GO) e a capital cearense. Largaram 155 veículos, entre motos, quadriciclos, carros e caminhões. Destes, 112 chegaram ao destino final da 18ª edição da segunda maior prova fora-de-estrada do planeta. Apenas alguns, entretanto, foram os campeões de suas respectivas categorias.


Além dos vencedores gerais - Marc Coma (motos); Rafal Sonik (quadris); Guilherme Spinelli e Youssef Haddad (carros); e Marcos Cassol, Rodrigo Mello e Davi Fonseca (caminhões) -, outras 19 categorias foram premiadas. Motos e carros foram os veículos com maior número de subdivisões.

Mais sete campeões nas motos

Bicampeão do Dakar, Coma faturou sua primeira vitória na maior aventura brasileira sobre rodas entre todos que disputaram em duas rodas e também na categoria Super Production Over - válida pelo mundial da FIM (Federação Internacional de Motociclismo) para motos com mais de 450 cm³ de cilindrada até 1300cc. Com o quarto lugar no Sertões, o francês David Casteu venceu a etapa do campeonato mundial de cross country na categoria Super Production 450 - motocicletas e protótipos com motorização a partir de 250 até 450 cm³ de cilindrada - e, de quebra, conquistou seu primeiro título mundial.

Segundo colocado na geral, o mineiro Felipe Zanol foi o campeão na Production 450 -válida pelo mundial da FIM para motocicletas de série até 450cc, dois e quatro tempos. Laurent Lazard, na Production Over - para motos de 450cc até 700cc.

Pelo Campeonato Brasileiro de Rally Cross Country, na categoria Sport - motocicletas com motorização dois tempos até 380cc ou motorização quatro tempos até 700cc -, que valeu pontos pelo nacional da modalidade, o vencedor foi Guto Klaumann; assim como Marcos Finato, na Super Production - motos e protótipos a partir de 250cc até 1300cc com preparo livre -; Felipe Zanol, na Production - motos até 450 cm³ de cilindrada, de dois e quatro tempos, seguindo normas FIM, e motos off-road produzidas no Brasil de até 700cc. Pela categoria Brasil até 450cc - motos até 450cc, de dois e quatro tempos, produzidas no país com preparo livre - o campeão foi Dautim Cimetta.

Confira a tabela com todos os campeões do 18º Rally Internacional dos Sertões:

Motos
Geral - Marc Coma (ESP) - KTM 690
Mundial FIM Super Production Over - Marc Coma (ESP) - KTM 690
Mundial FIM Super Production 450 - David Casteu (FRA) - Sherco 450
Mundial FIM Production Over - Laurent Lazard (URU) - KTM 690
Mundial FIM Production 450 - Felipe Zanol (BRA) - Honda 450
Campeonato Brasileiro Sport - Guto Klaumann (BRA) - Yamaha 450
Campeonato Brasileiro Super Production - Marcos Finato (BRA) - KTM 525
Campeonato Brasileiro Production - Felipe Zanol (BRA) - Honda 450
Campeonato Brasileiro Brasil até 450cc - Dautim Cimetta (BRA) - Honda 300

Quadris
Geral - Rafal Sonik (POL) - Yamaha 900
Mundial FIM Quads - Rafal Sonik (POL) - Yamaha 900
Campeonato Brasileiro Quadris Extreme - Francinei Costa (BRA) - Yamaha 700
Campeonato Brasileiro Quadris 450 - Tom Rosa (BRA) - Yamaha 450

Carros
Geral - Guilherme Spinelli/Youssef Haddad (BRA) - Mitsubishi Triton SR
Protótipo T1 - Guilherme Spinelli/Youssef Haddad (BRA) - Mitsubishi Triton SR
Protótipo T1 - Etanol - Klever Kolberg/Flavio França (BRA) - Protom
T1 FIA - Paulo Nobre "Palmeirinha"/Luiz Carlos Palu - BMW X3
T2 FIA - Sven Fischer/João Luiz Stal - Mitsubishi Pajero
Super Production - Luiz Facco/Silvio Deusdará - Mitsubishi L200
Production T2 - Victor Valente/Daniel Simon - Toyota Hilux

Caminhões
Geral - Marcos Cassol/Rodrigo Mello/Davi Fonseca (BRA) - Ford F4000
Caminhões Leves - Marcos Cassol/Rodrigo Mello/Davi Fonseca (BRA) - Ford F4000
Caminhões Pesados - Ulysses Marinzeck/Cesar Botas/Adriano Silva (BRA) - Ford Cargo 1722




Fonte:
Equipe MOTO.com.br

Yamaha DT 180 com roupa de xtz e motor estendido

Fui a praia de Barra de Maxaranguape, no Rio Grande do Norte, e encontrei uma DT 180 com motor estendido para 200cc e roupa "carenagem" de Yamaha XTZ.

A moto originalmente possui um motor de 180cc - 2 tempos, mais foi modificada para 200cc deixando-a mais agressiva, a roupa da XTZ caiu como uma luva, a DT ficou forte e bela com essas modificações.



Segue abaixo alguma imagens, clique nas imagens para visualizar melhor:






Número de inscritos para Rally dos Sertões supera 2009

A comemoração pelos 18 anos de história do Rally Internacional dos Sertões acontecerá em grande estilo. Na temporada 2010, quando celebra a sua maioridade, o evento apresenta um roteiro técnico e completo, com 95% de trajeto inédito e recorde de 54% do percurso marcado por trechos cronometrados. Além disso, a pouco menos de dois meses de seu início, a prova já conta com um número de veículos e competidores confirmados maior do que em 2009.


Até a manhã desta segunda-feira (21/06), a Dunas Race, organizadora do Rally dos Sertões, já apresenta 136 veículos e 188 competidores - entre pilotos e navegadores - com inscrições confirmadas para 2010. Para a segunda maior prova fora-de-estrada do mundo, que acontece entre 10 e 21 de agosto, com largada em Goiânia (GO) e chegada em Fortaleza (CE), são: 74 motos, 42 carros, 15 quadriciclos e cinco caminhões.

Em 2009, quando foi realizada a 17ª edição do Rally Internacional dos Sertões, o evento apresentou 120 veículos e 181 competidores. Na prova que largou em Goiânia (GO) e chegou em Natal (RN), começaram a disputa: 58 motos, 47 carros, oito quadris e sete caminhões.

Honda Racing terá 26 pilotos em 2010

A Honda apresentou ontem os 26 pilotos que compõem a equipe oficial e as equipes satélites patrocinadas pela marca. O evento foi realizado no Centro Educacional de Trânsito Honda (CETH), em Indaiatuba, interior de São Paulo. Imprensa, pilotos, dirigentes e parceiros estiveram presentes para acompanhar o anúncio das mudanças em relação a 2009.
Para este ano, a Honda entra nas competições com um time oficial focado na busca de resultados composto por seis pilotos, sendo cinco de motocross e um de enduro de regularidade. Na categoria MX1, a equipe está representada pelo goiano Wellington Garcia, o paranaense Leandro Silva e o catarinense João Paulino “Marronzinho”, estreante no Team Honda. Pela MX2 estão o paranaense Jean Ramos e o mineiro Swian Zanoni. Quem completa o grupo é o também mineiro Dário Júlio, piloto de enduro de regularidade. "A participação da Honda nas competições tem significado especial, porque mostra a qualidade dos produtos, promove o esporte e é entretenimento para o público", explica Roberto Akiyama, diretor comercial da Honda.

Além da equipe oficial, a Honda inicia um trabalho inovador com seis equipes satélites, que inclui a participação de mais 20 pilotos nas categorias MX1, MX2 e MXJr no motocross e na categoria master no enduro de regularidade. “As equipes satélites vão complementar o trabalho realizado pela Honda. A expectativa para a temporada é grande. Além do Arena Cross, um novo campeonato, a Superliga Brasil de Motocross, promete ser bastante disputado. Acredito que 2010 será um ano importante para o crescimento do motocross entre os esportes off-road no Brasil”, afirma Wilson Yasuda, gerente de competições Honda.

Motos 2010

A novidade para a temporada são as mudanças da CRF250R. O modelo ganhou novo design e tecnologia para proporcionar maior potência ao piloto. A alimentação da moto antes feita através do carburador passa a ser por injeção eletrônica. Já a CRF450R mantém a mesma base do modelo 2009, com apenas alguns ajustes para garantir mais precisão aos competidores.

Confira as equipes satélites:

W3 Racing
MX 1 - Rafael Zenni
MX 2 - Marcos Moraes
MX 3 - Cristiano Lopes
MX Jr. - Sthefany Serrão
MX Jr. - Thiago Formehl

Circuit Racing
MX 1 - Gustavo Takahashi
MX 2 - Rodrigo Rodrigues
MX Jr. - Caio Miranda

FOX / Itamaracá Racing
MX 1 - Roosevelt Assunção
MX 2 - Hector Assunção
MXJr. - Gustavo Pessoa

JX Racing
MX 1 - Roberto Castro
MX 2 - Humberto Martin

Dunas Racing
MX 1 - Lucas de Moraes
MX Jr. - Endrews Armstrong

MX Parts / LS Racing
MX 1 - Kurt Airton
MX 2 - Rafael Farias
MX Jr. - Leonardo Lizott

Independentes
MX 2 - Everaldo Filho
Master Enduro de Regularidade - Sandro Hoffmann




Fonte: MOTO.com.br

Levantamento do roteiro do Sertões vai começar

A partir do próximo domingo (21/02), o roteiro da 18ª edição do Rally Internacional dos Sertões começará a ser definido. Marcos Moraes, diretor presidente da Dunas Race, e Edu Sachs, diretor técnico da prova, partem para o primeiro levantamento, que será todo aéreo. Este ano, a segunda maior competição fora-de-estrada do mundo acontece entre os dias 10 e 21 de agosto, com largada em Goiânia (GO) e chegada em Fortaleza (CE).


"Este primeiro levantamento deve durar dez dias. Vamos sair de Goiânia e fazer o reconhecimento aéreo para ter as melhores alternativas de caminho. Continuamos com a intenção de melhorar o roteiro a cada ano, o deixando mais técnico para os competidores, e vamos trabalhar para que o resultado final supere as edições anteriores", disse Marcos Moraes.

"Como aconteceu no ano passado, o roteiro deve ficar por volta dos cinco mil quilômetros. Na primeira parte, a prova deverá acontecer em estradas de terreno de piçarra. Depois, por volta da metade, a tendência é passar para a areia e, no final, acontecer em um misto de cascalho e areia", finalizou Moraes.

"Este será o meu décimo ano de levantamento do Sertões e o segundo que fazemos o trabalho aéreo. Depois que implantamos este sistema, em 2009, descobrimos novas trilhas e belos lugares. Sem dúvida, o roteiro ganhou muito e ficou mais interessante. O desafio para esta temporada é fazer uma prova melhor do que nos outros anos, pois temos conseguido um nível de satisfação muito grande. O fator natureza também será outro desafio, pois não sabemos o que vamos encontrar após este período de chuvas", falou Sachs.
Após o levantamento aéreo, que deve durar cerca de 10 dias, Marcos Moraes e Edu Sachs farão o trabalho terrestre em abril, com o fim do período crítico de chuvas. Em junho, ambos conferem novamente o roteiro para, só depois, o mesmo ser revelado.

Além de Goiânia (GO) e Fortaleza (CE), Palmas (TO) já está confirmada no roteiro deste ano. Após a renovação do acordo com o Governo de Tocantins, a capital do Estado deixa de ser uma cidade-dormitório da prova, como aconteceu nas últimas seis edições, para se tornar uma etapa promocional, com a realização de um super prime.





Fonte:
Equipe MOTO.com.br
Fotos: Theo Ribeiro

MX terá categoria feminina em 2010

Em 2010 as mulheres conquistaram mais espaço, agora o Brasileiro de MX terá uma categoria feminina.

Durante a Assembléia Geral Ordinária da Confederação Brasileira de Motociclismo, realizada neste fim de semana, em Porto Seguro/BA, os representantes das Federações Estaduais aprovaram diversas novidades em relação à temporada 2010, entre elas a criação do Campeonato Brasileiro feminino de motocross.

As provas acontecerão juntamente ao Campeonato Brasileiro de Minicross (50cc e MXJúnior), que este ano será realizado separadamente das categorias principais (MX1, MX2 e MX3, 65cc, 85cc e 230cc). A primeira etapa do Brasileiro feminino acontecerá no dia seis de março, na cidade de Nova Friburgo, no Rio de Janeiro.

Preparando a Nova Bros para trilha, um desafio


Com um visual totalmente renovado a Honda Bros é um atrativo para quem quer uma moto para todos os terrenos, tendo em vista o sucesso do artigo “Honda Bros – Preparando para Trilha” resolvi fazer um preparativo da nova Bros, para os amantes das trilhas de finais de semana.

A moto é ótimo, vem com um sistema de injeção eletrônica de combustível conta com sensores de oxigênio, posição do acelerador, pressão atmosférica, temperatura do ar e do motor, e inclinação. Todos estes fornecem informações para que o funcionamento seja o mais adequado em qualquer situação.


De cara encontrei algumas dificuldades, uma delas é a carenagem da moto, uma pelada resolve, mais para quem quiser trocar as peças originais por umas próprias para o uso off-road, vai ter algumas dificuldades para encontrar.

Para começar vamos da aquela boa e velha “pelada” na moto, retire tudo o que você não usará na trilha para não quebrar, como por exemplo: retrovisores, setas, carenagens e etc.

Para não correr o risco de quebrar o seu farol original em um tombo, você poderá trocar o farol original por um “number plate” com farol universal, que é bonito, pequeno e custa pouco, mais se você tem dinheiro a mais para gastar opte por uma carenagem do tipo “Acerbis”, a sua moto vai ficar mais Off-Road. Independente da moto que usar use farol, não se sabe até que horas você vai precisar ficar na trilha.

Ponteira de escape
Essa é uma das peças da moto que te dará um pouco mais de potência e mais sensação de liberdade. A ponteira de escape original, além de muito pesada, possui muito material interno para abafar o ruído. Esse excesso de material segura muito a saída dos gases, “amarrando” dessa forma o motor, deixando-o mais “preso”. Instale uma Ponteira do tipo esportiva, de Alumínio.

Além de deixar a sua moto mais leve, oferece algum ganho de potência, deixa com um ruído mais forte e a moto fica mais “esperta” nas respostas.

Protetor de Mão
Acessório de proteção muito importante, que não mencionei nos artigos anteriores, pois nas trilhas ou competições as mãos ficam muito expostas a impactos contra árvores ou mesmo por objetos lançados por outras motos como pedras. Além disso, ajudam a proteger os manetes em caso de queda. Você pode instalar um Protetor de Mão Aberto, que é mais barato e protege contra objetos lançados por outras motos, mas não protegem de impactos mais fortes. Ou um Protetor de Mão Fechado.

Guidão
Retire o original de Aço e instale um de Alumínio, com isso você deixa sua moto mais leve, resistente e da um melhor visual, pois o guidão de alumínio tem essa característica.

Dica: Você pode instalar um modelo Polido ou Dourado da Three Heads ou ainda um tipo Fat Bar, que é ainda mais resistente, bonito e oferece uma melhor posição de pilotagem.

Paralamas
Além de dar um visual bem mais moderno e bonito, conserva os plásticos originais de sua moto, permitindo que você monte-os de volta para vendê-la.

Dicas:
- Dianteiro: você pode colocar um Modelo MX-2 da Protork ou um Modelo Fire da Cobra;
- Traseiro: você pode colocar um Modelo Extreme da Cobra, que além de bonito, tem um ótimo preço.

Manoplas
Você pode colocar Manoplas específicas para Off Road, Pretas ou Coloridas. Além de dar mais pega, facilitando a pilotagem, dá um novo visual a sua moto, principalmente se for da mesma cor do Protetor de Mão.

- Retire os retrovisores e as setas. Além de aliviar o peso, eles podem se quebrar com facilidade nas trilhas.

- Retire também (se for possível) Bagageiro, Lanterna traseira, Buzina, Painel, Pedaleira do garupa e Capa de corrente.

- Suspensão Dianteira: Substitua o Óleo original das Bengalas por Óleo de motor de Carro (tipo 20W40), que é mais viscoso (grosso) que o original, tornando a suspensão mais rígida e assim mais adequada ao off road.

- Suspensão Traseira: Se a mesma tiver regulagem, coloque-a no máximo, ou seja, com a mola o mais comprimida possível. Isso a endurece mais, ficando mais adequada. Evite o uso de “Alongadores”, pois eles não aumentam o curso da suspensão (apenas deixam a moto mais alta) e deixa a suspensão mais sujeita a quebras.

Apesar de termos aqui no blog vários tipos de preparação para trilha elas não são muito diferentes, caso você não encontre uma preparação especifica para a sua moto você poderá utilizar algumas dicas das outras motos e se preferir me mande um e-mail (linemoto@hotmail.com), quem sabe eu possa te ajudar.

Dicas de manutenção para uma boa trilha


Nada melhor do que uma boa trilha nos finais de semana, pensando nisso, segue aqui umas digas para vocês aproveitarem ao máximo suas aventuras.

Antes de cair na trilha é bom ter uns cuidados com a sua moto para evitar possíveis problemas durante a pratica, uma boa olhada na motoca vai te dar tranquilidade para aproveitar o máximo da trilha.


Nesse artigo irei dar dicas de manutenção que você mesmo poderá fazer antes das aventuras. Um dos principais motivos para trilhas desagradáveis é a falta de manutenção ou simplesmente desatenção com a guerreira (sua moto).

Para começar nada melhor que uma lavagem completa, ainda mais se você tinha feito trilhas antes e não lavou a moto completamente, desmonte as carenagens e retire o banco, limpe o filtro de ar, verifique as pastilhas e lonas de freios, verifique o desgaste (se for o caro compre pneus novos) e a calibragem dos pneus e reaperte os raios da roda, de uma olhada na bateria e se todos os componentes elétricos estão funcionando corretamente, como farol, lanternas e a partida elétrica (se sua moto possuir). Olhe a coroa para ver se estar desgastada juntamente com o pinhão e a corrente, você pode esticar a corrente para ter mais segurança. Inspecione o quadro da sua moto a procura de trincas, apesar de ser o último a ser citado é um dos mais importantes, pois se estiver andando em uma moto com esse tipo de problema estará colocando a sua vida em um grande rico.

Segue a baixo uma lista para melhor preparação:

REVISÃO
- Lavagem Completa (desmonte as carenagens e retire o banco)
- Limpeza do Filtro de Ar e da Caixa
- Verificar pastilhas e lonas de freio
- Desgaste e Calibragem dos Pneus
- Verificar a Bateria da Moto
- Verificar lâmpadas de Farol e Lanterna
- Verificar desgaste de coroa, pinhão e corrente
- Esticar a Corrente
- Verificar ou trocar vela
- Reapertar raios das rodas
- Eliminar gases da suspensão dianteira
- Inspecionar o quadro da moto a procura de trincas

REAPERTAR
- Coroa e pinhão
- Discos de freio
- Pedal de cambio
- Pedal de partida
- Guidão
- Banco
- Plásticos

LUBRIFICAÇÃO
- Corrente
- Verificar Nível do Óleo do motor

- Verificar e lubrificar cabos de embreagem e acelerador
- Lubrificar link da suspensão traseira

Qual a pilotagem correta em trilhas


Tudo começa com um bom posicionamento para evitar quedas e melhorar sua performance nas trilhas, tanto as de baixa como as de alta velocidade. Muitas vezes pode-se sair de situações difíceis usufruindo apenas de seu equilíbrio, ficando de pé na moto e controlando o peso do corpo para deixar a motocicleta mais estável.

Evite frear ou acelerar de forma brusca, nunca deixe a embreagem apertada, use-a apenas para a troca de marcha.


Ao pilotar em trilhas, provas de enduro e cross-country a posição mais confortável para se estar na moto é em pé, com os joelhos levemente dobrados, as pernas segurando a moto, coluna levemente inclinada para frente e cotovelos dobrados, voltados para cima. Dessa maneira as imperfeições da trilha não incomodarão tanto na pilotagem.

Sempre apóie seu peso nas pernas nunca nos braços. Quando estiver em uma subida ou em uma descida, mantenha seu corpo sempre na mesma posição de equilíbrio de quando se está no plano. Seu tronco e sua cintura deverão permanecer o mais ereto possível, a única parte do seu corpo que deverá ser inclinada é o tronco.

Os dedos indicadores devem permanecer sobre os manetes para que as reações sejam muito mais rápidas, dessa forma você evita “alicatar” o freio ao se assustar, ou deixar a moto morrer porque não apertou a embreagem a tempo.

O freio dianteiro deve ser usado progressivamente para evitar trancos, o traseiro de maneira leve, para ajudar na desaceleração.

Quando pilotar no meio do barro mantenha uma velocidade reduzida, mas o giro do motor bem alto, para que seu pneu se mantenha limpo e não fique preso nas canaletas. Em terrenos de areia mantenha a roda da frente leve, inclinando seu corpo um pouco para trás, o que dará mais tração para sua moto.

Em terrenos de pedras aumente o peso na roda dianteira, para evitar que ela saia. Mas se for uma descida se posicione mais atrás do banco e freie com a roda traseira, desta maneira você evitará que a roda dianteira trave e te jogue no chão.

Quando estiver em alta velocidade e se deparar com salto inesperados, se posicione corretamente na moto e quando chegar no obstáculo faça um pouco de força puxando o guidão para cima, evitando que a frente caia. Nos saltos a forma correta de cair é com a roda traseira ou com as duas juntas.



Texto: Bruno Rocco - Moto.com.br

Dicas de Motocross, Supercross e Trilhas


Dicas importantes para quem vai iniciar no MotoCross/ Supercross (o que ninguém gosta de ensinar).

Após presenciarmos muitos pilotos de MX/ SX começarem no esporte e por falta de informação ou orientação adequada acabam desistindo do MotoCross ou

Supercross. Como o nosso campeonato regional (norte-mineiro) deverá começar nos próximos dias e percebemos que este ano muitos irão estrear na modalidade, resolvemos divulgar algumas dicas básicas de MX/ SX.


Muitas das dicas abaixo já foram divulgadas, outras nem tanto. A idéia não é ser o primeiro, mas sim, ajudar aqueles que estão iniciando no Motocross, um dos

esportes de maior beleza estética e de emoção que existe (se duvidar basta comparar uma foto de MX com uma foto de futebol) e que no ano passado atraiu mais

de 5.000 pessoas por etapa no Circuito Inter TV de Supercross, Campeonato Norte Mineiro.

Qual moto comprar?

Nos Estados Unidos existe uma escala de evolução com as motos. A medida que se vai evoluindo na técnica, o mesmo acontece com as motos. 60, 80, 125 2t

(School Boys), 250f, 450 (alguns ainda preferem 250 2t). Reparem que os meninos da 80cc não vão direto para 250 4 tempos, ele passam a categoria 125 2t que é

a “moto escola” do mx, onde se aprende realmente a andar. Lá definiram a School Boys para 125cc. Também existe vários campeonatos com 125 iniciante, 125

intermediária e 125 Pró, para os adultos e veteranos.

No Brasil, muitos não tiveram a oportunidade de começar no esporte cedo, mas devido a “onda” 4t, os iniciantes estao comprando 250f e até mesmo 450, a última

moto na escala de evolução do mx.

Pode até ser vantagem no começo adquirir a 250f, mas sua evolução vai ficar restrita as facilidades da tocada de uma 4 tempos e só. Além disto, 4t exige um

mecânico competente, que também verifica o desgaste das peças no período correto e uma tocada mais refinada do piloto. Se ficar estourando o giro e

pendurando demais na embreagem os prejuízos serão certos. Outro detalhe: ligar uma 4t no tranco, nem pensar!
Com persistência a bordo de uma 125, o piloto iniciante realmente vai aprender a andar no mx e quando passar a 250f, utilizará melhor o que a moto pode

oferecer.

Não podemos esquecer do seguinte: moto ajuda, mas o que manda é o piloto. Em várias corridas, temos a oportunidade de ver pilotos de 125 e 250 2t, ficando a

frente das 4t na linha de chegada. Por falar em 250 2t, é a melhor moto custo/benefício na relação manutenção/potência. É uma excelente moto, mas exige

preparo físico e técnica.

Comprei a moto. O que fazer?

1- Verificar o posicionamento dos seguintes itens:
guidão (o ideal é um pouco a frente)
manetes (devem ficar um pouco abaixo do guidão)
pedal de freio (um pouco acima da pedaleira)
pedal de marcha (no mesmo nível ou um pouco acima da pedaleira)
altura dos garfos na mesa (mais acima melhora em curvas de baixa e piora em alta velocidade, mais baixo piora nas curvas de baixa e melhora em alta velocidade)

2- Acertar suspensões, carburação.
Esta parte necessita de um bom mecânico. Montador e lavador de moto tem muitos, mas preparadores são poucos. Exige também um feeling do piloto. Ele deve saber passar para o mecânico o que está acontecendo com a moto. Mas isto vem com o tempo. Vai ajudar procurar entender o funcionamento das suspensões e da carburação pra começar.

3- Relação
Verifique qual o número da relação na moto (número de dentes do peão e coroa). Ela pode estar muito reduzida ou muito longa.

Qual combustível usar?

Os mais usados são Pódium, Comum com Pódium, Comum e até de aviação. Seja qual for utilizar, a regulagem na carburação vai ser alterada para cada tipo de combustível.

Onde regulo as suspensões?

Suspensão traseira: o parafuso de compressão e a porca para compressão em alta velocidade, ficam na parte de superior do amortecedor traseiro e o parafuso do retorno na inferior.

Suspensao dianteira: se for Showa, a compressão é em cima e o retorno é em baixo, se for Kayaba o contrário. Em cima também fica o parafuso para retirada do ar, mas deve ser feito com a moto sobre um cavalete.

Como regulo as suspensões?

Esta regulagem varia de acordo com o peso e nível de pilotagem dos pilotos. Nos parafusos de compressão e retorno feche todos os cliques e vá contando até abrir todos os cliques. Feche tudo de novo e coloque na metade de cada regulagem. Esta é a regulagem padrão e está longe da ideal. É a partir daí, que andando na pista, você vai realizar o ajuste fino das suspensões. Quanto mais fechar os cliques de compressão, mais dura ficará a suspensão e quanto mais abrir, mais macia. Nos cliques de retorno, quanto mais fechar, mais lento ficará o retorno e quanto mais abrir, mais rápido.

Iniciantes tendem a deixar a compressão muito macia e o retorno muito lento. Como não conseguem “emendar” alguns obstáculos, a suspensão nesta regulagem fica mais suave para cair antes da recepção, mas em curvas e em velocidade ficará péssimo. Lembrem-se: mx foi feito para cair nas recepções dos obstáculos e não antes. A regulagem mais adequada é uma compressão mais dura, pois a medida que o nível do piloto aumenta, a tendência é zerar qualquer tipo de pista e caindo nas recepções, não há necessidade de suspensões macias. Com relação ao retorno, este não pode ser muito lento e nem muito rápido. Tem que ter paciência para achar o ponto ideal.

Também se deve regular o *SAG de acordo com o seu peso e deverá fazê-lo vestindo todo seu equipamento. Neste item o seu mecânico poderá ajudá-lo. Um

excelente preparador de suspensões que sempre indico é Orfeu Trajano da Aftershocks. *SAG (diferença da altura da suspensão traseira toda esticada com altura da suspensão traseira com o piloto sobre a moto).

No caso do parafuso de compressao de alta velocidade, abra o parafuso até o fim e feche variando uma volta e meia a duas voltas e meia. Este também vai ser de acordo com o piloto.

Se for moto zero, lubrifique os links da balança, caixa de direção, troque o óleo de caixa e faça um reaperto geral.

Quais equipamentos devo comprar?

Parece uma pergunta óbvia mas não é. Além de capacete, óculos, colete, calça, camisa, cinta, luvas, botas, queria destacar o seguinte: NÃO EXISTE FAZER MX DE JOELHEIRA! Tem que ser brace E DE QUALIDADE! Se economizar neste item, com certeza irá ter problemas sérios de joelho no primeiro tombo que exigir um brace de qualidade. Outro equipamento que não deve ser desconsiderado é uma bota, entra no mesmo caso do brace: TEM QUE SER DE QUALIDADE! Qualidade não quer dizer mais caro. Na dúvida entre em contato conosco.

Quais equipamentos devo comprar para a moto?

No começo só um equipamento é essencial: um bom guidão. Não caia na “onda” de comprar cano, ponteira, etc. Ande com a moto original e a medida que for sentindo necessidade de um “upgrade” faça no devido tempo.

Cheguei na pista o que fazer?

Antes de colocar o equipamento, alongue todos os músculos do corpo, não só a moto dever ser aquecida mas o corpo também. Após o alongamento, dê uma “namorada” na moto. Confira tudo, água radiador, folgas em rolamentos, raios. Confira se não esta faltando nada ou fora do lugar. Após o aquecimento da moto, quando for entrar na pista, ande umas duas voltas devagar, para reconhecimento e aquecimento do corpo.

Como me preparar fisicamente?

O mx é um esporte ímpar, aliás, não é só um esporte, é um estilo de vida. Não basta treinar somente a técnica com a moto. É preciso melhorar os hábitos alimentares, evitar ou diminuir bebidas alcoólicas, dormir bem. Além disto, a preparação fisica também é específica. Motocross exige resistência física e ao mesmo tempo força muscular para suportar os impactos constantes. Sendo assim, somente ficar “bombado” não vai resolver e cuidar só da parte aeróbica também não. O treinamento deverá englobar ambos.

Meus braços estão “travando” o que fazer?

Existe uma cirurgia para acabar com travamento de braços, mas esta é um medida para poucos. A maior parte dos pilotos tem os braços travados por posicionamento incorreto na moto, ou seja, estão “pendurados” na moto. Nada mais errado do que expressão “tem que ter braço para fazer mx”. O motocross exige pernas, os braços devem ficar soltos, sem fazer força com as mãos no guidão. Por isto acontece os travamentos. Alivie as mãos do guidão no ar durantes os saltos e seu problema de travamento vai acabar.

Compensa fazer um curso de pilotagem?

Com certeza. Motocross é física. Entenda alguns fundamentos da física e entenderá como o posicionamento é importante. A moto possui um centro de gravidade. O piloto deve ficar sobre o centro de gravidade da moto. Por isto nas curvas se deve fazer força na pedaleira de fora da curva e a perna interna servirá como um pêndulo. A distribuição de peso também é fundamental. Quando se está acelerando o piloto deverá se posicionar para a frente e durante as frenagens para trás.

Freios- Quem pára a moto é o freio dianteiro! Outra dica: quando estiver freiando não se deve apertar a embreagem. Deve se utilizar “o motor” para diminuir a velocidade. Se apertar a embreagem a moto ficará solta e sem controle. No mx, exceto em alguns casos, se não estiver acelerando vai estar freiando. A moto não deverá ficar solta. Se passar em trecho de baixa velocidade volte o acelerador, mas sem cortar totalmente a aceleração. Também não se deve “travar” a roda traseira, exceto em curvas com escoras altas, estilo SX.

Curvas- O piloto só senta pouco antes de fazer a curva e logo após a curva, volta a posição do centro de gravidade com as pernas flexionadas. Exceto quando for pegar tração ou emendar obstáculos próximos as curvas. Neste caso, sentar ajudará. O desafio de pilotar bem é diminuir a lacuna entre as frenagens das curvas e retomada da aceleração. Quando menor a lacuna, mais rápido o piloto será.

Saltos- Mantenha a aceleração constante na aproximação do salto. Olhe sempre para frente. A medida que for subindo no obstáculo, o posicionamento do corpo irá a frente. No ar, o corpo vai se deslocar para trás e quando estiver aterrissando volta para a frente, acelerando novamente ao tocar no solo. Se no ar a moto subir muito a frente, pise no freio para descê-la e se estiver muito baixa, acelere que a frente subirá.

Há várias outras dicas e existem muitos cursos disponíveis. Indicamos o do Geraldo Starling www.gstarling.com.br, pois explica tudo acima mais detalhadamente e também alguns pilotos que ministram o curso de pilotagem como: Tonico Miranda, da cidade de Três Pontas e Rodrigão, da cidade de Montes  Claros.

Como devo me comportar em dias de corrida?

Antes de encarar uma corrida, certifique- se que conseguiu um mínimo de dominio sobre a moto ou então poderá se machucar e também machucar outros pilotos.

O Box é um local de confraternização, descanso e concentração. Muitos pilotos passam “a mil” nos boxes, fazendo barulho e jogando poeira em todos. Estes mesmos “pilotos de box”, na pista, são os mais lentos. Alguns pais também começam ensinando os filhos errado. Colocam os meninos de 50 ou 60 para treinar nos boxes.

Durante a corrida, respeite os adversários, faça ultrapassagens limpas e seja consciente, na dúvida se um piloto bem a sua frente irá “emendar o salto” tire a mão. Muitos acidentes acontecem com pilotos caindo em cima de outros pilotos. Piloto “Kamikase” é muito diferente de piloto agressivo.

Qual categoria devo correr?

Procure provas que separa a categoria Estreante da Intermediária. Provas onde só existem Intermediária ou Amador, o iniciante no motocross não tem a menor chance. A medida que for evoluindo a tocada, suba de categoria, não fique “pegando vaquinha” como muitos pilotos fazem. Além de desestimular os iniciantes, o piloto “pegador de vaquinha” está se iludindo, correndo só com pilotos de menor nível, o nível dele também seja prejudicado.

Que manutenções devo fazer?

Nunca ande com a moto suja, logo após uma corrida ou treino lave a moto e o filtro de ar (com sabão em pó mesmo) e coloque óleo de filtro retirando o excesso. Dê um reaperto geral na moto. Se for 4t, a cada 4 horas troque o óleo do motor e a cada 8, o filtro de óleo. Crie uma planilha e anote a data/tempo de uso da moto. Assim fará as manutenções no período especificado pelo manual.





Texto: Yuri BY-CROSS

Dicas de Segurança para Trilha


É praticamente impossível terminar um ENDURO e/ou TRILHA sem levar pelo menos um tombo. Por mais inofensivos que pareçam podem provocar a desistência do piloto ou tornar a pilotagem prejudicada por arranhões e luxação em alguma parte do corpo. Um piloto completamente equipado adquire uma maior segurança e confiança para uma pilotagem mais tranqüila.

A segurança deve começar de cima para baixo.

Capacete: é o componente mais importante, justamente porque protege um órgão vital, que é a cabeça.


Os capacetes podem ser integrais com a queixeira fixa ou abertos com a queixeira removível e sem viseira. O endurista pode aterrissar de nariz no chão, ai! entra em cena o componente queixeira, sendo portanto o tipo de capacete mais indicado.

Óculos: para acompanhar o capacete deve ser escolhido um bom par de "óculos protetores", que é um item importante de segurança para os olhos do piloto.

Colete: descendo mais, o endurista deve proteger o tórax e os ombros com o colete de plástico, este mostra-se útil nas capotagens e também nas eventuais colisões com galhos de árvores ou quando a moto da frente arremessa pedras, pela força da tração da roda traseira, principalmente as motos especiais (importada).

Camisa: para usar sob ou sobre o colete existem as camisas ventiladas, próprias para motocross e ENDURO.

Cotoveleiras: Os cotovelos devem ter a proteção das cotoveleiras de plástico e com elástico largo para fixar no braço, e deve fica bem firme no cotovelo.

Luvas: As mãos devem ser protegidas com luvas próprias de nylon e elástico reforçadas com plástico ou couro por cima dos dedos. As luvas devem ser resistentes e confortáveis, não podem dificultar os movimentos dos dedos.

Cinta abdominal: Na altura da cintura, pode-se utilizar uma cinta abdominal que ajuda a manter a coluna reta e as vísceras bem firmes.

Calça: Na parte inferior do corpo, a proteção é garantida por uma boa calça, com reforço nos quadris, que pode ser externamente ou internamente. Normalmente a calça é composta por duas camadas de tecido, por fora é nylon ou tecido resistente e por dentro tecido tipo véu que é para deslizar e não grudar nas pernas, mesmo que o piloto passe em rios ou atoleiros.

Joelheira: pode-se usar joelheira de plástico por dentro da calça ou com elástico largo que prende nas pernas. É um item indispensável justamente porque os joelhos costumam ser alvos de sérias contusões de difícil recuperação. Estas joelheiras ainda têm uma proteção para a canela. Existem joelheiras especiais com barras de mentais nas laterais dos joelhos, que a função é não deixar o joelho dobrar para os lados.

Botas: finalmente as botas são equipamento quase tão importante quanto o capacete, mas que está na extremidade oposta. Os tombos em ENDURO muitas vezes são imprevisíveis e não dá tempo para tirar o "pé da reta", com isso, os pés, junto com os joelhos são os recordistas de contusões. A melhor recomendação é não economizar na hora de escolher as botas. Uma boa bota tem proteção nas canelas, tem ponteira de metal no bico da bota e principalmente evita que o pé sofra torções laterais.

Um detalhe: verifique a sola da bota, porque existem modelos para o motocross, com solado liso e para o ENDURO o ideal é o solado com ranhuras (desenhado).

E o mais importante, jamais pilote sem qualquer um destes equipamentos.

Mesmo com toda esta proteção, convém lembrar algumas regras de segurança:

- Estes equipamentos não são armaduras e mesmo usando elas você pode se machucar, portanto não abuse;

- Você não é o único na trilha e eles podem vir no sentindo contrário;

- Não circule nas estradas de terra pela contramão e nunca ande em fila dupla, as batidas frontais são as mais graves;

- Não tente descontar o atraso em trechos urbanos, existem outros veículos e crianças brincando;

- Procure certificar-se de que a moto está em perfeitas condições antes de entrar nas trilhas;

- E finalmente, cada um tem um limite de pilotagem, portanto ande dentro do seu.



Fonte: Trilha Moto

DT 200 - Pretarando para trilha


Todos sabemos que as motos nacionais são muito utilizadas no meio Off-Road, seja p/ uma trilha de final de semana, seja em competições. Sabemos também que, bem preparadas, elas se saem muito bem, afinal, a “peçinha” que vai atrás do guidão faz muita diferença. Exemplo disso é o famoso piloto Sandro Hoffmann, que com uma Tornado foi Pentacampeão Brasileiro de Enduro, competindo contra motos “especiais” famosas do mundo inteiro.

Daremos aqui algumas dicas de preparação partindo de uma moto original de rua.
DT 200/ 200R

Com a difícil “missão” de substituir sua irmã mais velha (DT 180), a DT 200 veio com recursos tecnológicos mais modernos, como a refrigeração a água (que dá mais potência ao motor devido à Taxa de Compressão mais alta) e a Válvula de escapamento (YPVS) que dá mais torque em baixa e média rotação. Além disso, tem um projeto mais moderno, que traz várias outras melhorias. Possui uma boa potência e bem preparada se sai bem em diversas modalidades como Enduro, Cross Country, Motocross, etc.

A 200 R veio com mais recursos modernos como Suspensão Traseira a Gás e Freio Traseiro a Disco, itens que ajudam bastante no Off Road.

1) Relação de Transmissão: Substitua a original por uma com Coroa de 44 dentes (DT 200) ou 47 dentes (200 R) e um Pinhão de 13 ou 14 dentes. Com essa relação mais curta, sua moto perde um pouco de velocidade final, mas ganha muito mais força, ficando mais adequada ao uso off road. Além disso, coloque uma corrente com Retentor, pois ela impede que a lama e areia entre nos roletes desgastando-a mais rápido. A Tribos e Trilhas possui uma excelente relação, testada nas pistas e provas, com Coroa e Pinhão marca Riffel e Corrente CIC com Retentor , conheça:
DT 200:
DT 200R:

2) CDI: Substitua o CDI original por um apropriado para Competição. Você sentirá uma boa melhora em altas rotações, pois o CDI de competição não diminui o avanço em rotações mais altas como ocorre com o original. Essa é a forma mais barata e fácil de se ganhar alguma potência sem fazer grandes alterações mecânicas no motor.

3) Ponteira: A Ponteira Original, além de muito pesada, possui muito material interno para abafar o ruído. Esse excesso de material segura muito a saída dos gases, “amarrando” dessa forma o motor, deixando-o mais “preso”. Instale uma Ponteira do tipo esportiva, que pode ser Cromada (de aço) ou de Alumínio. Tanto uma como a outra, deixam a sua moto mais leve e oferecem algum ganho de potência, além da moto ficar mais “esperta” nas respostas.

4) Protetor de Mão: Acessório de proteção muito importante, pois nas trilhas ou competições as mãos ficam muito expostas a impactos contra árvores ou mesmo por objetos lançados por outras motos como pedras. Além disso, ajudam a proteger os manetes em caso de queda. Você pode instalar um Protetor de Mão Aberto, que é mais barato e protege contra objetos lançados por outras motos, porém não protegem de impactos mais fortes. Ou um Protetor de Mão Fechado como o Megaville ou o Cobra.

5) Guidão: Retire o original de Aço e instale um de Alumínio. Além de deixar sua moto mais leve, ele também é mais resistente, e muito mais bonito. Você pode instalar um modelo Polido ou Dourado da Three Heads ou ainda um tipo Fat Bar, que é ainda mais resistente, bonito e oferece uma melhor posição de pilotagem.

6) Number Plate ou Carenagem: O Farol original é um pouco grande. Além de quebrar-se facilmente, o visual é um pouco antigo. Você pode instalar uma carenagem mais moderna com um visual mais atual ou ainda, se não for utilizar o farol, colocar um Number Plate, que é mais barato e deixa a moto mais leve. Veja da marca Protork e Cobra.

7) Trava de Pneu: A finalidade da Trava de Pneu é impedir que o pneu “escorregue” sobre o Aro furando a Câmara de Ar, mesmo quando se anda com menos pressão nos pneus, o que é comum em dias de lama, para se ganhar mais tração.

8) Paralamas: Além de dar um visual bem mais moderno e bonito, conserva os plásticos originais de sua moto, permitindo que você monte-os de volta para vendê-la.
Dianteiro: você pode colocar um Modelo MX-2 da Protork ou um Modelo Fire da Cobra
Traseiro: você pode colocar um Modelo Extreme da Cobra, que além de bonito, tem um ótimo preço.

9) Manoplas: Você pode colocar Manoplas específicas para Off Road, Pretas ou Coloridas. Além de dar mais pega, facilitando a pilotagem, dá um novo visual a sua moto, principalmente se for da mesma cor do Protetor de Mão. Veja os modelos:
Cobra
Megaville
Orbital.

- Retire os retrovisores e as setas. Além de aliviar o peso, eles podem se quebrar com facilidade nas trilhas.

- Retire também (se for possível) Bagageiro, Lanterna traseira, Buzina, Painel, Pedaleira do garupa e Capa de corrente.

- Suspensão Dianteira: Substitua o Óleo original das Bengalas por Óleo de motor de Carro (tipo 20W40), que é mais viscoso (grosso) que o original, tornando a suspensão mais rígida e assim mais adequada ao off road.

- Suspensão Traseira: Se a mesma tiver regulagem, coloque-a no máximo, ou seja, com a mola o mais comprimida possível. Isso a endurece mais, ficando mais adequada. Evite o uso de “Alongadores”, pois eles não aumentam o curso da suspensão (apenas deixam a moto mais alta) e deixa a suspensão mais sujeita a quebras.

- Filtro de Ar: Se o mesmo for de Papel, procure substituí-lo por um de Espuma. Além de ser mais adequado, pode ser reutilizado, basta lavá-lo com detergente. Após lavá-lo, obedeça com um óleo fino, por exemplo óleo desengripante spray. Isso ajuda a prevenir a entrada de poeira no motor.

- Caixa do Filtro de Ar: Se você colocar uma Ponteira esportiva, isso aumentará a vazão de saída dos gases do motor. Para compensar, você precisa aumentar a vazão do ar de entrada. Para isso, faça alguns furos na caixa do Filtro de Ar. Mas atenção: procure fazer os furos na parte superior da Caixa, no mesmo nível ou acima do furo original, para que ao passar pela água a mesma não entre dentro da caixa. Escolha também um
lugar “escondido” para dificultar a entrada de muita poeira.

- Pneus: Substitua os pneus originais por um Traseiro e um Dianteiro Tipo Biscoito.
Essa alteração é fundamental para quem quer se iniciar no esporte, pois a tração em qualquer terreno (principalmente em subidas e lama) fica muito melhor, assim como a aderência em curvas e as frenagens que serão mais seguras.




Autor: Carlos Eduardo Alemão
Fonte: Tribos e Trilhas

Como escolher o melhor pneu para trila


É comum os pneus não duraram nada, quebrarem os gomos ou não darem a correta tração no barro e os pilotos saírem por ai dizendo que o pneu é ruim e não vale nada. O que acontece é que cada pneu é feito para um tipo de terreno e se não for corretamente utilizado ele não terá o desempenho esperado.

Pneus mais macios com os gomos mais espaçados são para serem utilizados em superfícies menos consistentes como lama e areia. Se for utilizado em pisos duros ele poderá quebrar os gomos e terá menos tração por que a área em contato com o solo será menor. Este tipo de pneu quando gira provoca a expulsão da lama mantendo a tração mesmo em situações bastante adversas.


Pneus mais duros possuem os gomos mais próximos para terem maior área de contato e resistência, Se forem utilizados em lama, por exemplo, ficará liso por que a lama não irá se desprender do pneu adequadamente. Algumas marcas de pneu possuem uma camada de borracha mais dura por fora para resistir melhor ao desgaste e na parte interna dos gomos uma borracha mais maleável para tornar os gomos mais difíceis de quebrar.

Se você vai comprar um pneu para fazer suas trilhinhas procure um de uso mais geral(do meio da tabela) que irá se adaptar aos diversos tipos de terrenos que existem na sua região, e observe a estação do ano para não comprar um pneu para terra dura/cascalho na época de chuva. Verifique as medidas do pneu para sua motocicleta, basicamente são o aro (traseiros 17”, 18”, 19”, e dianteiro 21”) a largura e a altura. Você já deve ter percebido que existem pneus que o aro fica mais próximo do chão, ou seja é um pneu mais baixo que dá maior estabilidade a moto e outras que o pneu é mais alto, protege melhor o aro e evita furos por ter a câmara mascada. A calibragem deve ser conferida sempre antes de sair com a moto, com os pneus frios. Ela varia com o seu peso, estilo de pilotagem, terreno, pneu e sua moto. Para terreno seco e duro deve ser por volta de 14 Lbs, caso tenha muitas pedras diminua a velocidade ou use uma pressão maior para evitar que fure sua câmara. Na chuva 11-10 Lbs. Algumas montadoras como a Honda recomendam a mesma pressão para os pneus dianteiros e traseiros(14 Lbs no caso da CR) ou pode haver uma pequena diferença entre os dois dependendo da sensibilidade do piloto.

Os spray para reparo instantâneo de pneus só funcionam em caso de furos pequenos. Se você andou com o pneu vazio é capaz de não funcionar. Sempre vale a pena ter um às mãos. Eles já me salvaram muitas vezes. Leia as instruções no rótulo e se o pneu não voltar a esvaziar no dia seguinte o furo estará remendado por algum tempo. Eu digo por algum tempo por que o spray veda o furo entupindo-o e mais cedo ou mais tarde acabará vazando pelo buraquinho que ainda estará lá.

Os pneus desempenham uma função essencial para o trail, o atrito entre a moto e o solo, para melhorar esse atrito, saiba mais sobre os pneus:

1. Pneus de cravos baixos e próximos- normalmente esse tipo de pneus são colocados pela fábrica em motos trail, eles são indicados a 60% ao uso off-road e 40% para o uso street/on-road. São desaconselhados para o uso em trilhas, pois qualquer piso um pouco molhado, irá cobrir totalmente os pequenos cravos, e ainda mais tão próximos. Por isso, se você usa sua moto apenas para trilhas, dispense esse tipo de pneu.

2. Pneus de cravos baixos e longes- são os pneus indicados para o uso em piso seco ou molhado com irregularidades(buracos, valas…), porém, se torna ruim em trilhas com atoleiros fundos ou pisos muito movediços ou escorregadios(brejos, argila, lama), esse tipo de pneu é de pouca comercialização,mas a Pirelli e Michellin fabricam.

3. Pneus de cravos altos e próximos- são os pneus mais usados pelos trilheiros, foram feitos para pisos com pouca deformação, molhado ou seco, enfrentam lameiros com facilidade mas perdem a eficiência rapidamente, pois a lama cobre os cravos com facilidade, por serem próximos, a grande vantagem desse pneu é a performance em terra abatida, onde os cravos próximos não atrapalham na estabilidade da moto com o piso.

4. Pneus de cravos altos e longes- totalmente indicados para trilhas de grande percurso em atoleiros, brejos, argila, possui uma tração eficaz em qualquer tipo de terreno molhado e movediço, o grande problema desse tipo de pneu é a pouca aderência em terra abatida, sendo desaconselhado para trilhas de média e alta. Em trilhas com grande problemas de piso(buracos, lameiros, brejos, erosões..como descrito acima) é o pneu ideal.





Fonte: Clube da Trilha

Honda Bros 150 – Preparando para Trilha


Apesar de muita gente achar que não da para andar na trilha com uma Bros vou mostrar que com poucas alterações a sua moto Honda Bros vai virar uma “fera” nas trilhas.


A Honda Bros é uma motocicleta On/Off-Road, anda bem na cidade e nas estradas de barro, equipada com um motor da CG 150, atualmente com injeção eletrônica. A moto tem um bom desempenho, mais para encarar uma trilha tem que ser feitas algumas alterações, isso acontece com todas as motos nacionais.

A moto é equipada com um motor de 149,2 cm³ - a exemplo do mesmo que equipa os modelos Honda Titan CG 150 cc. A BROS é fabricada em três versões:


Kick Starter (KS): Partida a pedal e freio a tambor em ambas rodas.
Eletric Starter (ES): Partida Elétrica e freio a tambor em ambas as rodas.
Eletric Starter Disc (ESD): Partida Elétrica e freio a disco na roda dianteira.

Sua mecânica é simples. Grande parte de suas peças, podem ser encontradas na Honda XR 250 TORNADO, esta por sua vez, também pertence a categoria ON-OFF ROAD.

Como Preparar sua Bros:

Nada muito diferente das outras preparações que já vimos aqui, retirar tudo o que você achar que não usar na trilha, como por exemplo: retrovisores, setas, carenagens e etc. Mais o que dará mais potencia na sua Bros será a troca da relação (coroa e pinhão) e pneus, recomendo uma coroa de 48 dentes da Tornado 250 e um pinhão de 13 dentes da CBX-Strada, é a combinação perfeita para a sua moto pois tem baixo custo e fácil acesso. Os pneus troque por um do tipo cravo ou biscoito, que é o ideal para quem ta começando no esporte, a roda dianteira de 19” tem mais estabilidade nas curvas e conseqüentemente mais agilidade nas mudanças de direção.

Com a relação preparada a potencia da Bros se assemelha a da XR 200. Com cerca de R$ 400,00 você compra: relação, esticador de corrente e pneus cravo, a deixando “pronta” para a trilha sem esquecer-se de retirar algumas peças (dar aquela pelada na motoca).

A Bros possui um quadro de berço semi-duplo, como na Tornado e na Falcon. As suspensões têm curso adequado (180mm na frente e 150 atrás) e a mola traseira é de duplo estágio, mais firme no final do curso. Na parte ciclística o ponto fraco é o freio dianteiro a tambor (nas versões sem freio a disco KS e ES) que tem tendência a perder desempenho ao logo do uso intensivo. Coloque proteções contra pó no garfo, as sanfonas, para evitar seu desgaste em uso fora de estrada.

Você poderá trocar o farol original por um “number plate” com farol universal, que é bonito, pequeno e custa pouco, mais se você tem dinheiro a mais para gastar opte por uma carenagem do tipo “Acerbis”, a sua moto vai ficar mais Off-Road. Independente da moto que usar use farol, não se sabe até que horas você vai precisar ficar na trilha.

Ponteira de escape
A ponteira de escape original, além de muito pesada, possui muito material interno para abafar o ruído. Esse excesso de material segura muito a saída dos gases, “amarrando” dessa forma o motor, deixando-o mais “preso”. Instale uma Ponteira do tipo esportiva, de Alumínio.

Além de deixar a sua moto mais leve, oferece algum ganho de potência, deixa com um ruído mais forte e a moto fica mais “esperta” nas respostas.

Protetor de Mão
Acessório de proteção muito importante, que não mencionei nos artigos anteriores, pois nas trilhas ou competições as mãos ficam muito expostas a impactos contra árvores ou mesmo por objetos lançados por outras motos como pedras. Além disso, ajudam a proteger os manetes em caso de queda. Você pode instalar um Protetor de Mão Aberto, que é mais barato e protege contra objetos lançados por outras motos, mas não protegem de impactos mais fortes. Ou um Protetor de Mão Fechado.

Guidão
Retire o original de Aço e instale um de Alumínio, com isso você deixa sua moto mais leve, resistente e da um melhor visual, pois o guidão de alumínio tem essa característica.

Dica: Você pode instalar um modelo Polido ou Dourado da Three Heads ou ainda um tipo Fat Bar, que é ainda mais resistente, bonito e oferece uma melhor posição de pilotagem.

Paralamas
Além de dar um visual bem mais moderno e bonito, conserva os plásticos originais de sua moto, permitindo que você monte-os de volta para vendê-la.

Dicas:
- Dianteiro: você pode colocar um Modelo MX-2 da Protork ou um Modelo Fire da Cobra;
- Traseiro: você pode colocar um Modelo Extreme da Cobra, que além de bonito, tem um ótimo preço.

Manoplas
Você pode colocar Manoplas específicas para Off Road, Pretas ou Coloridas. Além de dar mais pega, facilitando a pilotagem, dá um novo visual a sua moto, principalmente se for da mesma cor do Protetor de Mão.

- Retire os retrovisores e as setas. Além de aliviar o peso, eles podem se quebrar com facilidade nas trilhas.

- Retire também (se for possível) Bagageiro, Lanterna traseira, Buzina, Painel, Pedaleira do garupa e Capa de corrente.

- Suspensão Dianteira: Substitua o Óleo original das Bengalas por Óleo de motor de Carro (tipo 20W40), que é mais viscoso (grosso) que o original, tornando a suspensão mais rígida e assim mais adequada ao off road.

- Suspensão Traseira: Se a mesma tiver regulagem, coloque-a no máximo, ou seja, com a mola o mais comprimida possível. Isso a endurece mais, ficando mais adequada. Evite o uso de “Alongadores”, pois eles não aumentam o curso da suspensão (apenas deixam a moto mais alta) e deixa a suspensão mais sujeita a quebras.

NX 200 – Preparando para Trilha

Moto lançada pela Honda em 1988 com motor 150cc, mais só em 1994 tornou-se NX 200 por conta do seu motor de 194cc, foi fabricada até 2001. Foi um projeto de uma nova concepção de moto nacional e foi a primeira moto trail com estilo free style com partida elétrica e pedal.


As motos nacionais vêm ganhando as trilhas do país, com uma moto preparada e um piloto com conhecimento são peças fundamentais para uma boa trila. O meu objetivo nesse artigo não é mostrar como você ira preparar sua moto para competições, lógico que essa preparação não fica muito longe disso, mais o foco é pra quem curte pegar a moto no fim de semana para se divertir. Não muito diferente dos outros artigos de preparação (Tornado 250 e DT 180) iremos conhecer algumas modificações e dicas de como preparar e aproveitar o melhor de nossa moto e da trilha.
Apesar de ser uma moto de “baixa” cilindrada essa moto chega a surpreender pelo seu rendimento em trilhas e enduro. Possui uma potência suficiente para encarar qualquer desafio e uma ótima suspensão. Apesar desses atributos ela precisa de uma preparação mínima, a seguir segue algumas dicas, fruto de pesquisas:

Relação de Transmissão
Comece substituindo a original por uma com Coroa de 48 dentes e um Pinhão de 12 dentes. Com essa relação mais curta, sua moto perde um pouco de velocidade final, mas ganha muito mais força, ficando mais adequada ao uso off road. Além disso, coloque uma corrente com Retentor, pois ela impede que a lama e areia entre nos roletes desgastando-a mais rápido.

Ponteira de escape
A ponteira de escape original, além de muito pesada, possui muito material interno para abafar o ruído. Esse excesso de material segura muito a saída dos gases, “amarrando” dessa forma o motor, deixando-o mais “preso”. Instale uma Ponteira do tipo esportiva, de Alumínio.
Além de deixar a sua moto mais leve, oferece algum ganho de potência, deixa com um ruído mais forte e a moto fica mais “esperta” nas respostas.

Protetor de Mão
Acessório de proteção muito importante, que não mencionei nos artigos anteriores, pois nas trilhas ou competições as mãos ficam muito expostas a impactos contra árvores ou mesmo por objetos lançados por outras motos como pedras. Além disso, ajudam a proteger os manetes em caso de queda. Você pode instalar um Protetor de Mão Aberto, que é mais barato e protege contra objetos lançados por outras motos, mas não protegem de impactos mais fortes. Ou um
Protetor de Mão Fechado.

Guidão
Retire o original de Aço e instale um de Alumínio, com isso você deixa sua moto mais leve, resistente e da um melhor visual, pois o guidão de alumínio tem essa característica.
Dica: Você pode instalar um modelo Polido ou Dourado da Three Heads ou ainda um tipo Fat Bar, que é ainda mais resistente, bonito e oferece uma melhor posição de pilotagem.

Number Plate ou Carenagem
Essa escolha é bem pessoal e vai depender da finalidade, você pode dar um visual diferente e exclusivo instalando uma carenagem mais moderna, bonita e mais atual ou ainda, se não for utilizar o farol, colocar um Number Plate, que é mais barato e deixa a moto mais leve.

Trava de Pneu
A finalidade da Trava de Pneu é impedir que o pneu “escorregue” sobre o Aro furando a Câmara de Ar, mesmo quando se anda com menos pressão nos pneus, o que é comum em dias de lama, para se ganhar mais tração.

Paralamas
Além de dar um visual bem mais moderno e bonito, conserva os plásticos originais de sua moto, permitindo que você monte-os de volta para vendê-la.
Dicas:
- Dianteiro: você pode colocar um Modelo MX-2 da Protork ou um Modelo Fire da Cobra;
- Traseiro: você pode colocar um Modelo Extreme da Cobra, que além de bonito, tem um ótimo preço.

Manoplas
Você pode colocar Manoplas específicas para Off Road, Pretas ou Coloridas. Além de dar mais pega, facilitando a pilotagem, dá um novo visual a sua moto, principalmente se for da mesma cor do Protetor de Mão.

- Retire os retrovisores e as setas. Além de aliviar o peso, eles podem se quebrar com facilidade nas trilhas.

- Retire também (se for possível) Bagageiro, Lanterna traseira, Buzina, Painel, Pedaleira do garupa e Capa de corrente.

- Suspensão Dianteira: Substitua o Óleo original das Bengalas por Óleo de motor de Carro (tipo 20W40), que é mais viscoso (grosso) que o original, tornando a suspensão mais rígida e assim mais adequada ao off road.

- Suspensão Traseira: Se a mesma tiver regulagem, coloque-a no máximo, ou seja, com a mola o mais comprimida possível. Isso a endurece mais, ficando mais adequada. Evite o uso de “Alongadores”, pois eles não aumentam o curso da suspensão (apenas deixam a moto mais alta) e deixa a suspensão mais sujeita a quebras.

- Filtro de Ar: Se o mesmo for de Papel, procure substituí-lo por um de Espuma. Além de ser mais adequado, pode ser reutilizado, basta lavá-lo com detergente. Após lavá-lo, umedeça com um óleo fino, por exemplo óleo desengripante spray. Isso ajuda a prevenir a entrada de poeira no motor.

- Caixa do Filtro de Ar: Se você colocar uma Ponteira esportiva, isso aumentará a vazão de saída dos gases do motor. Para compensar, você precisa aumentar a vazão do ar de entrada. Para isso, faça alguns furos na caixa do Filtro de Ar. Mas atenção: procure fazer os furos na parte superior da Caixa, no mesmo nível ou acima do furo original, para que ao passar pela água a mesma não entre dentro da caixa. Escolha também um lugar “escondido” para dificultar a entrada de muita poeira.

- Pneus: Substitua os pneus originais por um Traseiro e um Dianteiro Tipo Biscoito, essa alteração é fundamental para quem quer se iniciar no esporte, pois a tração em qualquer terreno (principalmente em subidas e lama) fica muito melhor, assim como a aderência em curvas e as frenagens que serão mais seguras.

Dicas de Pilotagem - Motocross

PILOTANDO SEMPRE EM PÉ
Isso vale para as trilhas de final de semana, provas de Enduro FIM, Cross Country e provas curtas. Nas provas de rally, a posição de pilotagem é outra. Pilotando em pé, você vai sentir menos as "imperfeições" do terreno. Por exemplo: passando num atoleiro, sua moto escorregou feio. Sentado, sua bunda e suas pernas são jogados para o lado fazendo com que você perca equilíbrio, pois seu tronco ficou no mesmo lugar. Estando em pé, seu corpo todo seria deslocado, mas você ainda estaria mantendo equilíbrio. Parece estranho, mas, com o tempo, você verá que isto é um fato. A posição ideal é: Joelhos levemente dobrados, as pernas segurando a moto, coluna levemente inclinada para frente e cotovelos dobrados, voltados para cima. Com a moto parada, sua posição deixa você em pé, equilibrado. Você nunca deve se apoiar no guidão, seja jogando ou segurando seu peso. Você SEMPRE deve estar apoiado nas suas pernas, não nos braços.

MANTENHA SEU CENTRO DE GRAVIDADE
Alguém já deve ter dito a você: "Quando estiver numa subida, encoste a barriga no tanque. Quando estiver descendo, vá para trás do banco..." Bom, é quase isso. Simplificando, manter seu centro de gravidade é manter seu corpo sempre em pé (ereto). Se estiver numa subida, apenas a moto deve se inclinar com o barranco. Seu corpo deve continuar "no prumo". Ou seja, o tanque vem até você, não é você que vai até ele. Pode ser que ele nem chegue, ou que ele queira passar da sua barriga, tudo depende da inclinação da subida. O importante é manter o corpo sempre na mesma posição de equilíbrio de quando se está no plano. O mesmo vale para as descidas. Quando se está descendo, apenas a moto deve inclinar-se para baixo. Claro que, numa descida, você não vai conseguir ficar em pé, senão terá de largar do guidão. Mas suas pernas e cintura deverão permanecer o mais ereto possível, inclinando apenas o tronco. Isso fará com que o seu peso seja deslocado para trás e você continue em equilíbrio.

DEIXE OS DEDOS INDICADORES SOBRE OS MANETES
No começo, vai ser uma droga. Seus dedos vão doer, vai parecer que você não consegue segurar o guidão com firmeza, etc. Isso passa. Quantas vezes você não escorregou por ter travado o freio dianteiro? Pode ter certeza que foi porque você tomou um susto e "alicatou" o freio. Quantas vezes você não deixou a moto morrer, porque não apertou a embreagem a tempo? Se você estiver com os dedos já posicionados, as reações são muito mais rápidas e precisas. Você não vai mais "alicatar" o freio, pois o seu dedo já vai estar na posição certa quando você precisar dele. O mesmo vale para a embreagem.

CURVAS ABERTAS
Não importa se o terreno está liso ou não, o método é o mesmo. Mantenha-se em pé, não sente. Ainda em linha reta, comece a desaceleração, vindo pela parte de fora da curva. Antes de iniciar a curva, trave seu freio traseiro, fazendo com que a moto derrape para se alinhar à parte de dentro da curva, apontando para a saída dela. Assim que ela estiver se alinhando, faça pressão na pedaleira do lado de fora da curva e retome a aceleração. Isto vai fazer com que você termine de derrapar enquanto aumenta a velocidade e, ao mesmo tempo, mantém seu corpo e a moto equilibrados, por causa da pressão na pedaleira. A melhor maneira de treinar este tipo de curva é fazê-las num terreno liso, forçando a derrapagem, até que você sinta confiança de que não vai sair voando curva afora.

CURVAS FECHADAS
Existem muitos modos de se fazer uma curva fechada. Vamos explicar dois deles. Ambos têm seus prós e contras:
1 - Imagine um ponto no meio da curva. Trace uma reta que vai de onde você está até este ponto e outra que vai do ponto para a saída da curva. É assim que você vai fazê-la. Como? Simples: Não reduza a velocidade; freie pouco antes do ponto determinado, travando a roda traseira e derrapando a moto de forma que ela se alinhe à outra reta. Pronto, a curva está feita. Enquanto você derrapa, reduza a marcha para já sair forte da curva. A desvantagem desta curva é que você sai um pouco mais lento, mas, em compensação, você freou depois do seu adversário e não precisou fazer uma "tomada" de curva, só precisou de um ponto.

2 - Você irá reduzir um pouco antes da curva e, ao entrar nela, deslocar seu centro de gravidade para frente (sentando quase em cima do tanque), jogar a perna que estiver do lado de dentro da curva para frente, em direção à roda dianteira (não é para pôr o pé no chão, é para aumentar o peso na roda da frente) e calçar o máximo que puder o outro pé na pedaleira. Isso fará com que você aumente o peso na roda dianteira evitando que ela escorregue e manterá seu equilíbrio quando a roda traseira derrapar. Num ponto da curva (você vai ter que descobrir o seu ponto) você começa a acelerar forte. A moto deve escorregar um pouco. Quando alinhar a moto na reta, você já deve estar voltando para a posição em pé, jogando seu peso na roda de trás para dar mais tração à roda traseira. A vantagem é de você sair forte da curva. Com prática, você deve conseguir fazer mais rápido do que a outra, mas você precisa de espaço para isso. Se estiver no corpo-a-corpo e seu adversário souber fazer a outra curva, é provável que você fique para trás.

FRENAGEM
Todo mundo sabe acelerar, mas poucos sabem frear. Pra quem não sabe o principal responsável por parar a moto é o freio dianteiro, não o traseiro. Em linha reta e em alta velocidade, a melhor maneira de diminuir a velocidade rapidamente é se mantendo em pé na moto, com o corpo inclinado para trás. O uso do freio dianteiro deve ser progressivo, ou seja, você deve começar a pressioná-lo levemente e ir apertando aos poucos. Nunca fique dando "trancos" no freio, não ajuda em nada. O freio traseiro deve ser usado levemente, para ajudar na desaceleração. Numa entrada de curva, o freio traseiro será travado para provocar uma derrapagem.

PILOTANDO NO BARRO
Escolha o caminho mais seguro para evitar uma possível queda. Deixe a moto numa marcha reduzida, mas mantenha o giro do motor bem alto, para que o pneu mantenha-se limpo e não fique preso nas canaletas. Não confunda giro alto com velocidade. A velocidade será baixa, só o giro do motor que ficará alto.

PILOTANDO NA AREIA
Para não correr o risco de atolar, você deverá manter a roda dianteira bem leve. Para isso, mantenha-se sempre em pé na moto, com o corpo levemente inclinado para trás. Isto fará com que você alivie o peso na roda dianteira e aumente na roda traseira, o que dará mais tração. Aqui você também utilizará uma marcha reduzida, mas não tanto quanto no barro.

PILOTANDO EM PISO DURO
Este tipo de terreno parece tão liso quanto o barro, parece que seu pneu traseiro está furado. Para andar bem aqui, você deve utilizar uma marcha mais alta, deixando o motor trabalhar com um giro mais baixo, evitando que a roda traseira perca tração. Aceleradas bruscas e alto giro farão com que você derrape facilmente.

PILOTANDO NAS PEDRAS
Mantenha-se em pé na moto, com o corpo levemente inclinado para frente, aumentando o peso na roda dianteira, para evitar que ela "saia da mão". Num terreno muito acidentado, utilize uma marcha reduzida, para poder conseguir obter uma resposta rápida da moto, caso precise superar algum obstáculo.

Fonte: Adrenalina Pura
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